quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Tu e 2010...
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Meu anjo...
Meu amor,
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
(Da) magia do Natal...
(foto retirada)
De tarde, a "Mãe Natal" distribuiu os muitos (até em demasia) presentes dos tios a ti e aos muitos priminhos que se juntaram novamente para fazer deste dia um dia cheio de surpresas! Ouvir as vossas gargalhadas, sentir o vosso brilho no olhar sempre que chamava por um de vós, receber o vosso beijinho (exigência da Mãe Natal!) foi certamente um dos momentos mais ternos do dia! Ver-vos felizes, numa alegria contagiante quase permite aos adultos esquecer as saudades que tantas estrelas que hoje brilham mais intensamente no céu...
(foto retirada)
A manhã tinha começado bem cedinho para ti... a tua ânsia em ver se o Pai Natal te tinha realmente visitado durante o sono era mais que muita... sim, porque apesar das "mil" prendas que foste recebendo ao longo do dia, a do Pai Natal era a que mais anseavas! E não é que ele encontrou o caminho até a nossa casa?! Terá sido a estrela que no dia anterior viste no céu que o guiou?
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Mal chegaste a casa na noite de Natal, foste a correr preparar os teus sapatinhos para pôr na lareira! Mas como sabias que a viagem do Pai Natal e das suas renas era longa (que ele tem um Mundo de crianças por visitar numa noite!) deixaste leitinho e bolachinhas para que eles recuperassem forças...
E ele gostou, não foi, fofinha? Até te escreveu uma carta, que a mamã te leu sob a luz que o teu olhar irradiava quando te apercebeste que de manhã já só lá se encontravam os sapatinhos vazios e o tão desejado embrulho!
O teu Nenuco Maternidade... ohhhh! é mesmo mamã! Não se enganou... é mesmo para mim!
O Poney doutor dos papás fez igualmente o teu delírio, tão fofinho, olha, ele diz - gosto muito de ti!
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal...
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sábado, 19 de dezembro de 2009
À tua espera...
O Natal será vivido com a alegria que só tu lhe consegues proporcionar, pela casa ecoarão os risos e gargalhadas que só tu consegues nos arrancar! Brincaremos e mais uma vez enternecer-me-ei com o brilho do teu olhar, com a felicidade que consegues transportar em ti e espalhar por onde passas... e depois? Depois, minha fofinha, estarei a teu lado para, quando acordares, aninhar-te no meu colo para te mostrar que sou e serei sempre o teu porto de abrigo e que no meu abraço se esconde o maior amor do mundo... o meu amor por ti!
(foi esta música que ouvi quando os raios de sol à minha frente me despertavam para mais um dia, foi esta a melodia que me fez explodir num choro imcompreensível e me fez sentir tão pequenina perante a imensidão do amor que sinto por ti... Sim, pequenina, onde quer que vás, faças o que fizeres, doa o que doer, estou e estarei aqui sempre aqui... à tua espera!)
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Desejo...
Pequenina
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És pequenina e ris ... A boca breve
É um pequeno idílio cor-de-rosa ...
Haste de lírio frágil e mimosa!
Cofre de beijos feito sonho e neve!
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Doce quimera que a nossa alma deve
Ao Céu que assim te faz tão graciosa!
Que nesta vida amarga e tormentosa
Te fez nascer como um perfume leve!
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O ver o teu olhar faz bem à gente ...
E cheira e sabe, a nossa boca, a flores
Quando o teu nome diz, suavemente ...
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Pequenina que a Mãe de Deus sonhou,
Que ela afaste de ti aquelas dores
Que fizeram de mim isto que sou!
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Florbela Espanca, in "Livro de Mágoas"
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Desabafo e melancolia...

Apesar da alegria de te ver vibrar com o Natal, com a magia que transportas para tudo o que te rodeia, com a felicidade de te ver sorrir e sonhar, o meu olhar não consegue deixar de se entristecer... as estrelas que brilham no céu relembram-me os afectos perdidos, os carinhos cuja falta dói e fere, os rostos que ainda tanto recordo e me fazem tantas vezes sentir sozinha, perdida neste mundo cruel e egoísta, hipócrita até nos sentimentos!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
5 anos...
Mais uma vez, vou fazer o trajecto para a escola ainda nem o dia terá acordado completamente do seu sono... Mais uma vez, farei a viagem tendo como companhia a tua imagem e as recordações que se aglomeram no meu pensamento!
Antes de sair de casa, sei que vou entrar, pé ante pé, no teu quarto, nesse espaço mágico e encantador onde, qual anjo celestial, ainda dormirás profundamente...
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Para ti, meu Amor Grande...
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Porque sim... porque sei que nem sempre tenho a capacidade de expressar oralmente tudo o que me vai na alma... porque tenho medo que o meu olhar transparente não seja suficiente para te mostrar o quanto te amo... porque tenho receio que o nosso Amor seja posto à prova pela falta de palavras!
Porque sim... porque quero simplesmente que saibas o quanto és importante para mim, que é nos teus braços que quero para sempre me aconchegar e que os nossos olhos nunca deixarão de se cruzar, mesmo no meio da agitação e da azáfama do dia-a-dia que tantas vezes nos impede de simplesmente dar a mão e dizer baixinho «Amo-te»...
Porque sim... porque preciso... porque, pura e simplesmente, quero que tenhas essa certeza, a de que daria tudo para poder ficar sempre mais um dia a teu lado!
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Eu,
não sei explicar o que senti,
Como na primeira vez, encontrei o teu olhar
Nessa magia me perdi.
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Não, não mais senti a solidão
E guardei essa paixão
Que tinha dentro de mim,
Como na primeira vez...
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Não, não vou esconder esta emoção,
E vou abrir meu coração
Guardar num cofre, o segredo que há em nós
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Refrão
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Eu só queria mais um dia, para viver essa paixão
Mais um dia de magia, de ternura e emoção.
E dizer-te meu amor, que me ao pegar, nós ficámos sempre assim.
Eu, não sei explicar o que senti...
Como na primeira vez, encontrei o teu olhar
Nessa magia me perdi.
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Não, não vou esconder esta emoção,
E vou abrir meu coração
Guardar num cofre, o segredo que há em nós
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Eu só queria mais um dia, para viver essa paixão
Mais um dia de magia, de ternura e emoção.
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Eu só queria mais um dia, para viver essa paixão
Mais um dia de magia, de ternura e emoção.
Dizer-te meu amor, que me ao pegar, nós ficámos sempre assim.
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Mais um dia de magia, de ternura e emoção.
Dizer-te meu amor, que me ao pegar, nós ficámos sempre assim.
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sábado, 14 de novembro de 2009
Asas de sonho...
sábado, 7 de novembro de 2009
De ti...
A pouco tempo dos teus cinco anos, as lágrimas teimam encher os meus olhos de saudades da minha bebé...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Tu e eu...
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Do futuro...
domingo, 25 de outubro de 2009
Nós...
(foto retirada)
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Foi um dia único e no qual, para além da oficialização do nosso amor, partilhámos a alegria de começar a dar os primeiros passos a dois numa tão desejada Vida repleta de sonhos, de objectivos, ilusões e promessas!
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Pensamento...
Se possuísse uma canoa e um papagaio, podia considerar-me realmente como um Robinson Crusoé, desamparado na sua ilha. Há, é verdade, em roda de mim uns quatro ou cinco milhões de seres humanos. Mas, que é isso? As pessoas que nos não interessam e que se não interessam por nós, são apenas uma outra forma da paisagem, um mero arvoredo um pouco mais agitado. São, verdadeiramente como as ondas do mar, que crescem e morrem, sem que se tornem diferenciáveis uma das outras, sem que nenhuma atraia mais particularmente a nossa simpatia enquanto rola, sem que nenhuma, ao desaparecer, nos deixe uma mais especial recordação. Ora estas ondas, com o seu tumulto, não faltavam decerto em torno do rochedo de Robinson - e ele continua a ser, nos colégios e conventos, o modelo lamentável e clássico da solidão.
Eça de Queirós, in 'Correspondência'
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domingo, 11 de outubro de 2009
Constatação...
Acredito cada vez mais que a Felicidade é feita de pequenos momentos, por muito banais que possam parecer.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
O teu olhar...
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Amar Teus Olhos
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Podia com teus olhos
escrever a palavra mar.
Podia com teus olhos
escrever a palavra amar
não fossem amor já teus olhos.
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Podia em teus olhos navegar
conjugar os verbos dar e receber.
Podia com teus olhos
escrever o verbo semear
e ser tua pele
a terra de nascer poema.
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Podia com teus olhos
escrever a palavra além ou aqui
ou a palavra luar,
recolher-me em teus olhos de lua
só teus olhos amar. l
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Podia em teus olhos perder-me
não fossem, amor, teus olhos,
o tempo de achar-me.
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Carlos Melo Santos, in "Lavra de Amor"
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Amar por correspondência...
Minha flor,
Sabes o quanto o papá e a mamã gostam de ti… para eles, és e serás sempre a princesa mais linda do Mundo, a mais bonita flor que eles já viram!
Sabes, princesinha linda, os papás gostariam de poder estar mais tempo contigo, não ter que estar muitas vezes longe e não te poderem vir buscar à escolinha! Mas tu sabes que é por ti, que é simplesmente porque queremos, mais que tudo, que sejas sempre muito Feliz!
Já estás uma menina grande mas para nós, tu serás sempre o nosso bebé lindo, a nossa bonequinha!
Posso contar-te uma coisa? Temos muito orgulho de ti e olhar para ti é acreditar que o teu sorriso maroto e meigo estará sempre ao nosso lado…
És a minha melhor amiga e por isso nunca te podes esquecer que gosto muito de ti… daqui até à lua… e de volta até cá em baixo! Como a pequenina lebre, lembras-te?
Um beijinho muito, muito grande do teus papás,
X. e D.
(a carta original continha três fotografias que retirei... uma tua, uma de nós as duas e uma tua com o papá!)
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Saudades...
domingo, 27 de setembro de 2009
Para sempre...
Sim, meu amor, acompanhar-te-ei sempre que de mim precisares, amparar-te-ei as quedas sempre que assim o desejares, estarei sempre presente desde o momento em que por mim chamares!
Ultimamente, tenho-te sentido fugir de mim, tenho assistido a um crescimento que me está a roubar a minha bebé doce e terna e que, talvez por uma mera fase (assim o desejo!) mais complicada nesse percurso que é ver-te crescer, me está a entregar uma menina de personalidade forte e determinada, teimosa e, nos últimos tempos, bastante difícil de compreender e lidar!
As birras misturam-se com os pedidos de mimo, as provocações não parecem querer parar com as lágrimas que depois derramas e que me partem o coração!
A ânsia de conquistar o mundo sozinha desaparece no preciso momento em que ainda do meu abraço precisas para adormecer mas, simplesmente, ultimamente, não te consigo reconhecer!
No entanto, princesa, independentemente da paciência que se esgota, das lágrimas que derramamos (as minhas muitas das vezes em silêncio!), das zangas que terminamos com um abraço do tamanho do mundo, as lágrimas que eu própria acabo por afastar do teu rosto angelical nunca farão com que deixes de ser a menina com que sempre sonhei...
Uma mistura explosiva de ternura e rebeldia, um vulcão em constante erupção...
Se num minuto sou o teu único refúgio, no outro foges-me com a loucura do tempo que insiste em te transformar... nem sempre no que desejei ou idealizei, é verdade, mas sempre na menina que ainda sinto no meu ventre quando me deixo levar pelas recordações!
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E agora, neste raro momento a sós, páro e penso... penso que, independentemente do rumo que tomares, dos caminhos que tu escolheres, das quedas que deres e dos erros que comenteres, das lágrimas que me possas vir a fazer-me chorar por nem sempre agires como considero correcto, amar-te-ei eterna e incondicionalmente!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Do tempo que me foge...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Cansaço...
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Não, não é cansaço...
Não, cansaço não é...
Não. Cansaço por quê?
Como quê?...
(Ai, cegos que cantam na rua,
Porque oiço, vejo.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Regresso à infância...
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O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
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O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
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Até o mar é casado, ai
Até o mar tem mulher
É casado com a areia, ai
Pode vê-la quando quer.
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Até o mar é casado, ai
Até o mar tem filhinhos
É casado com a areia, ai
E os filhos são os peixinhos.
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O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
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O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
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Ó mar tu és um leão, ai
A todos tu queres comer
Não sei como os homens podem, ai
As tuas ondas vencer.
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Ó mar que te não derretes, ai
Navio que te não partes
Ó mar que não cumpristes, ai
O que comigo tratastes.
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O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
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O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
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Ouvi cantar a sereia, ai
No meio daquele mar
Tantos navios se perdem, ai
Ao som daquele cantar.
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Até o peixe do mar, ai
Depenica na baleia
Nunca vi homem solteiro, ai
Procurar a mulher feia.
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O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
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O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
She's Like the Wind
Um regresso ao passado... aos primeiros sonhos de adolescente, às primeiras emoções, às primeiras lágrimas derramadas pelo tão desejado Amor...
Um regresso ao passado e a certeza de que o tempo passa por nós sem que muitas vezes nos apercebamos!
Como o vento... não o vemos, mas sentimo-lo no nosso rosto!
Momentos para recordar... para sempre!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Desabafo...
O Menino Grande
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Também eu, também eu
.joguei às escondidas, fiz baloiços,
tive bolas, berlindes, papagaios,
automóveis de corda, cavalinhos...
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Depois cresci,tornei-me do tamanho que hoje tenho;
os brinquedos perdi-os, os meus bibes
deixaram de servir-me.
Mas nem tudo se foi:ficou-me,
dos tempos de menino
esta alegria ingénua
perante as coisas novas
e esta vontade de brincar.
Vida!
não me venhas roubar o meu tesoiro:
não te importes que eu ria,
que eu salte como dantes.
E se eu riscar os muros
ou quebrar algum vidro
ralha, ralha comigo, mas de manso...
-.
(Eu tinha um bibe azul...
Tinha berlindes,
tinha bolas, cavalos, papagaios...
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A minha Mãe ralhava assim como quem beija...
E quantas vezes eu, só pra ouvi-la
ralhar, parti os vidros da janela
e desenhei bonecos na parede...)
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Vida!, ralha também,
ralha, se eu te fizer maldades, mas de manso,
como se fosse ainda a minha Mãe...
-
Sebastião da Gama
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Como eu queria por vezes adormecer no teu colo, mamã, e voltar a ser a menina que agora vejo aninhada nos meus braços!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Feliz Aniversário...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
A minha flor...

(foto retirada)
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Regresso à escola... (e à minha infância)
Quando te fui buscar, de tarde, ainda demoraste a vir, entretida que estavas a brincar... mais feliz e aliviada fiquei! Segundo a educadora, portaste-te lindamente... Tenho tanto orgulho em ti, meu amor!
Em casa, quiseste jogar à bola comigo, abraçaste-me vezes sem conta, ouvi milhares de "gosto muito de ti, mamã!", quiseste tirar fotografias, algumas a mim, jantaste mais calma, cantaste feliz e sorridente o Singstar da Disney... e sabes que música te dedicaria, daquelas que escolheste para cantar (ou pelos menos tentar!)? "Um mundo ideal"...
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Onde estás tu?
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Mudança e lágrimas...
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Hoje é o meu último dia nesta escolinha… não por ser o que eu deseje, mas sim porque o tempo insiste em fazer-me crescer e, assim, tenho de ir para a escolinha dos meninos ainda maiores.
Estes anos foram muito importantes para o meu crescimento…
Aprendi a conviver, a partilhar, a brincar, a aprender e, muito mais que isso, aprendi a crescer com tudo o que esse crescimento implica… lágrimas, sorrisos, sonhos, birras mas também uma enorme alegria de viver!
Foi difícil! Diz a mamã que não consegue contar já as vezes que me deixou a chorar, rolando-lhe a ela também as lágrimas pelo rosto, só de relembrar o desespero e a tristeza no olhar quando de manhã eu lá ficava…
O tempo foi passando e comecei a compreender que esta ausência era necessária, principalmente para o meu crescimento, e que existiam outros braços que me amparariam, outros miminhos que me acalmariam, sempre que me sentisse triste ou sozinha!
A paciência, a ternura e a dedicação que todos sempre tiveram comigo foram, sem dúvida, das armas mais importantes para combater os meus medos e destruir as minhas incertezas!
Subitamente, a escola transformou-se num local repleto de sonhos e aventuras, pintado com os tons suaves da imaginação e da fantasia, preenchido pelos abraços e carinhos que no início tanto recusei!
Cresci, ai se cresci... os meus braços, as minhas pernas já sobram no abraço que me dão… no rosto de bebé de então, os traços de menina teimam em mostrar o quanto o tempo passou! Tão depressa, rápido demais…
Sou feliz, fui muito feliz aqui… e esta felicidade deve-se às pessoas que comigo percorreram este caminho nem sempre alegre!
São tantas as lembranças que o meu coração, ainda tão pequenino, já possui… é tanto e indestrutível o carinho que sinto por ti V., que me ajudaste a dar os primeiros passos fora das asas protectoras dos meus papás!
Sabes, a mamã pediu-me para te dizer que sempre que sentires que a tua paciência se esgota por entre as birras e os gritos, te lembrares que possuis o poder divino de trabalhar com crianças, tens a missão mágica de construir sorrisos e sonhos, castelos de afectos que perdurarão eternamente!
Assim, como ainda é muito difícil para mim descrever o turbilhão de emoções que sinto, faço das palavras que um dia a mamã escreveu por mim à V., a homenagem a todas as pessoas que, de uma forma ou outra, me mostraram que o Mundo pode realmente ainda ser pintado com as cores suaves da ternura, pincelado com a doçura única do sorriso enternecedor de uma criança!
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Agradeço-vos,
Pelas lágrimas que me secaram;
Pelos carinhos e miminhos que me deram;
Pelas brincadeiras e jogos que fizeram;
Pelas aprendizagens e descobertas que me proporcionaram;
Por tudo… por vós… por mim…
Agradeço-vos por me terem feito feliz e me terem ajudado a crescer!
Gosto muito de vocês... »
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Mudança...
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