sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Fonte de inspiração...

A tristeza ainda não fugiu... teima em esconder-se em recantos bem escondidos em mim! Mas o olhar voltou a sorrir, assim como a vontade de lutar! Afinal o que é a vida se não uma luta constante para se alcançar metas, atingir objectivos, realizar sonhos, enfrentar perigos? O que é a vida se não uma mistura por vezes explosiva de sentimentos e emoções?
Nem sempre os conseguimos controlar, muito menos evitar, mas olhando para ti, meu amor pequenino, sinto que de facto o mais importante, realmente, é continuar... continuar a acreditar que ainda é possível a alegria, o sorriso, o brilho no olhar, a ternura e a inocência!
O nosso dia tem sido preenchido por muito mimo, muito carinho (quase parece que me ouviste o pedido!), muita brincadeira e, acima de tudo, por muita gargalhada. E assim o meu dia transformou-se... num mar calmo e doce!
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Acordar abraçada a ti, sentir os teus bracinhos à volta do meu pescoço, as tuas mãozinhas no meu rosto, o teu olhar no meu...
Vestir-te ao som das tuas gargalhadas alegres e transformar-te numa bela princesa retirada da mais bela história de encantar...
Tentar adormecer-te a meio da tarde mas não conseguir porque sou sufocada pelo teu mimo e abraços contantes, pelo teu riso e olhar contagiantes...
Ouvir-te, agora, a rir enquanto preenches o teu imaginário com as personagens mágicas e as cores fortes dos teus desenhos animados...
E continuar, assim, o meu dia, rendida ao encanto e à sedução do teu rosto, perdida por entre a ternura dos teus miminhos...
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E é tão bom!
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(Obrigada, meu amor, por seres realmente tu quem me dás a força necessária para poder continuar, sem ter medo de quedar perante o egoísmo por vezes tão cruel do Mundo que nos rodeia! Obrigada por me fazeres sentir capaz de sufocar as lágrimas, destruir a trsiteza, eliminar as preocupações!
És o ser mais belo que existe, és linda, doce, meiga, a minha fonte de inspiração...)

Há dias...

Há dias, como hoje, em que tenho que fazer um esforço muito grande para impedir que as lágrimas que a muito custo aprisiono no meu olhar não rolem pelo meu rosto.
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Dias em que me apetecia pura e simplesmente apagar do meu coração todas as preocupações que me apoquentam e não me deixam sorrir.
Dias em que pura e simplesmente não me apetece escrever mas em que as palavras escritas ao ritmo dos meus sentimentos são a única forma de acalmar a minha mente e levar-me para longe de tudo o que me aflige e entristece.

Há dias em que a tristeza me invade e me impede de apreciar cada sorriso teu, cada gargalhada, cada brincadeira como deveria (e como eu me sinto ainda mais triste por isso!).
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Dias em que não consigo lidar com as injustiças que nos rodeiam e que nos retiram a segurança de que tanto precisamos!
Dias em que a culpa me atormenta por causa da paciência que algumas vezes me falha para conseguir perceber a tua imensa alegria de viver, acompanhar a tua energia inesgotável, entender a tua constante necessidade de te aventurares sozinha neste Mundo que tantas vezes atormenta os meus dias.
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Há dias em que a saudade bate, fere como um punhal… dias em que mergulho no mar imenso das minhas recordações e novamente volto a ser menina, como tu, longe de tudo o que de mau possa acontecer!
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Dias em que as inquietações, as incertezas ocupam o meu pensamento e me fazem desejar mudar o Mundo… e em que a certeza de não ter o poder para o fazer me ferem e amachucam ainda mais!
Dias em que penso que lutar nem sempre é a melhor solução… que lutar é em vão quando outros teimam em destruir os nossos sonhos e objectivos! Para quê tanto trabalho, tanta dedicação se temos que parar… para depois tudo recomeçar?
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Há dias em que desejo ser pequenina, como tu, e perder-me novamente num abraço, num beijinho ou num colo que me transmita tranquilidade… dias em que gostava que me sussurrassem ao ouvido que tudo correrá bem, que todos os problemas se resolverão…
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Dias em que me apetece olhar as estrelas, admirar o seu brilho, perder-me na imensidão da noite e deixar-me embalar pelo seu silêncio… dias em que gostava de me esconder na Lua que tanto idolatras, tão sozinha lá no céu mas tão luminosa e brilhante, repleta de encanto e magia…
Dias tristes em que gostava de me perder no teu sorriso, no brilho do teu olhar, no som melodioso das tuas gargalhadas, na ternura dos teus mimos, na doçura do teu rosto… mas é tão difícil meu amor!
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(Perdoa-me meu anjo, a mamã ama-te muito mas dói tanto… perdoa-me nem sempre te entender, nem sempre te compreender, perdoa-me a falta de paciência, perdoa-me as lágrimas a rolar, a tristeza no olhar! Estes dias são tão difíceis de ultrapassar! Só queria poder fazer com que nunca tivesses que passar por estes dias, que nunca nada te afligisse esse teu coraçãozinho, que os teus dias fossem sempre preenchidos por sonho e magia, pintados de uma felicidade sem fim... só te peço, meu amor, olha para mim… faz-me festinhas… dá-me carinhos… só assim consigo atenuar a dor destes dias!)

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Será?...

Por vezes, quando te adormeço (como há pouco!) e me deixo envolver por esse teu rostinho de anjo ou simplesmente quando te acaricio suavemente o cabelo, um turbilhão de dúvidas invadem o meu pensamento. Tenho tanto medo, minha princesinha, de não ser a mamã que tu querias para ti, tenho tanto medo que não me compreendas as palavras, os gestos, as atitudes!
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Será que me percebes o medo de que algo de mau te aconteça quando ralho contigo por fazeres algo perigoso?
Será que me entendes a vontade de te ver crescer feliz mas com regras e disciplina quando nem sempre te deixo fazer tudo o que queres?
Será que me perdoarás no teu coraçãozinho sempre que as preocupações ou o cansaço impedem que a mamã tenha a paciência necessária para acompanhar esse teu desejo incontrolável de conquistar o Mundo, essa sede enorme de viver a vida como se cada minuto fosse o último?
Será que compreendes o meu desespero quando te vejo doentinha e nada consigo fazer para te aliviar a dor?
Será que me perdoas quando não consigo evitar que as lágrimas rolem pelo teu rosto, simplesmente por não perceber a razão da tua tristeza? E será que sabes o quanto essa tristeza me consome?
Será que algum dia entenderás o quão doloroso é para mim saber que nem sempre te poderei proteger de tudo e todos, das palavras e das pessoas que ferem e machucam?
Será que me descobres a solidão e a amargura quando tu não estás à minha beira e não te posso abraçar ou simplesmente observar?
Será que tu sabes que apesar de nem sempre poder estar a teu lado a mamã simplesmente nunca deixa de pensar em ti?
Será que sabes que daria tudo para poder mergulhar nesse teu olhar de menina doce?
Será que tu conseguirás algum dia ter noção do Amor que a mamã nutre por ti? E o quão importante és na vida dela? E que o seu amor por ti nunca acabará?
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(são tantas as dúvidas, meu amor pequenino, são tantos os medos que às vezes inquietam o meu pensamento... julgo que sou a mamã que precisas, com defeitos e qualidades, mas será? Será que algum dia conseguirei obter alguma resposta?
Depois, no meio de tanta inquietação, olho para ti, e penso que a ternura e idolatração com que olhas para mim, o carinho com que constantemente me chamas para te mimar, nanar ou tão pura e simplesmente brincar, o desejo de comigo sempre poder estar, os abraços e xis apertados, as noites mal dormidas contigo no meu colo para te aliviar qualquer dor são a maior declaração de amor que tu neste momento me podes dar... e assim, num simples beijo teu, sinto que sim...)

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Guerra aberta...

... entre ti e o papá! :)
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Objectivo final: Para qual dos dois são os miminhos e beijinhos da mamã?
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O papá quer o teu mimo, tu queres o mimo da mamã (se já eras viciada na mamã, depois destes dias só nossos...), o papá tenta novamente a tua atenção, tu dizes "Nãooo! Queo a mamããã" agarradinha a mim e com o narizinho a roçar no meu, o papá arranja estratégia de contra-ataque e diz-te "Olha a mamã vai dar miminhos ao papá!", a mamã dá-lhe beijinhos e tu, toca a afastar a cara dele da minha "A Mamã é da J." e, como estás a ver que o contra-ataque do papá já está a demorar tempo demais e como, a teu ver, a mamã só pode ser para ti, caso contrário não é de mais ninguém, sais do meu colo e vais dar mimo ao papá! Ficam os dois felizes... o papá tem os teus miminhos e a mamã continua a ser só tua... de mais ninguém!
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(meu amor, não te preocupes, o amor da mamã será teu para sempre, incondicionalmente! A mamã ama-vos muito, aos dois... de uma forma diferente, claro, mas ambos já me conquistaram!
O papá foi-me conquistando aos pouquinhos até que o Amor surgiu, de forma mágica e inesperada!
Tu, minha boneca pequenina, conquistaste-me mesmo antes de nasceres! O meu Amor por ti é tão, mas tão intenso que por vezes até magoa, tão sublime, tão mágico, tão terno... indestrutível! É um Amor capaz de derrubar os mais temíveis inimigos, as mais duras barreiras só por um bocadinho teu!
O meu Amor por ti tem asas... voará até onde precisar, só para te abraçar...)

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Poema...


Quando as crianças brincam
E eu as ouço brincar,
Qualquer coisa em minha alma
Começa a se alegrar
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E toda aquela infância
Que não tive me vem,
Numa onda de alegria
Que não foi de ninguém.
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Se quem fui é enigma,
E quem serei visão,
Quem sou ao menos sinta
Isto no meu coração.
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(Fernando Pessoa)
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Há melhor para alegrar os nossos dias e pintar a nossa vida com cores de sonho e magia do que as brincadeiras e gargalhadas de uma criança feliz?
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Obrigada meu amor pequenino...

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Teimosia...

A mamã a arrumar a cozinha e tu e o papá, na sala, a fazer um livro de puzzles:
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J. - Vamos fazer as peças, ó papá! Pôr a peça, num é?
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(entretanto, durante a construção do puzzle)
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Papá - Não é aí J. Olha para a peça. É aqui!
J. - Num é nada! É aqui.
Papá - Não J. Olha, é aqui!
J. - Num é!
Papá - J. Olha para o desenho. Tens de pôr aqui, não achas?
J. - Ponto. Tá bem! É aqui. Já tá!
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(teimosa... e como te custa dar o braço a torcer! Também tens a quem sair, não é meu amor? Guarda essa teimosia, é sempre necessária para se alcançar os nossos objectivos, realizar os nossos sonhos... mas apercebermo-nos que errámos também é símbolo de maturidade... e impede-nos de sofrer!)

Das férias...

(montagem fotográfica feita pelo papá)
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As nossas férias... uma mistura doce de mimos, momentos ternurentos, muita birra, muita alegria aliada à constante necessidade de descobertas e aventuras!
Muito tempo... só para nós! Para admirar o mar, mergulhar na piscina, gozar o sol, desfrutar da paisagem, brincar e até mesmo alimentar as pombas!
Muita descoberta, muita aventura, muita brincadeira... o Oceanário e a paixão repentina e assolapada pelo Nemo, o Jardim Zoológico, o carinho por (quase!) tudo o que é animal, os passeios à beira mar, os mimos dos papás, dos avós, do tio (que obsessão!) e do priminho A.
Muita sestinha de tarde feita bem apertedinha contra a mamã, muita troca de olhares meigos, alegres, felizes...
Tanta conversa, cada vez mais compreensível, tantas palavras novas... como cresces!
Muita dança, muitos saltos, muita atenção, muito cansaço mas, acima de tudo, muita Felicidade!
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(...)
(meu amor, se pudesse pararia o tempo... preenchê-lo-ia dos momentos fantásticos que vivemos, enchê-lo-ia do carinho e ternura que partilhámos! Seria um tempo mágico, marcado pelo som melodioso das tuas gargalhadas, um tempo sentido e vivido apenas com a magia da tua alegria, um tempo teu, nosso... um tempo único, tão longe desta realidade por vezes tão injusta e cruel, tão distante da agitação tantas vezes egoísta do nosso quotidiano!)

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Momento de nostalgia...

Após um banhinho de nós as duas, estava a mamã, enrolada numa tolha, a secar-te o cabelo e, depois, a chegar-te creme no rosto quando, de repente, puxas a toalha e agarras-te ao meu peito, como se voltasses a ser um bebé pequenino:
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- É como a pupa! É bom! (vezes sem conta)
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(ai, princesa, que saudades! Que momento tão repleto de ternura... ver-te ali, menina já (tão) crescida, agarrada a mim... como o tempo passa e como de repente mergulhei nele num turbilhão gigantesco de recordações! Que saudades... a minha menina novamente bebé!
Como eu queria ter-te para sempre assim tão pequenina... tão dependente de mim, como no tempo em que, agarrada ao meu peito, te sentia tão completamente parte de mim, do meu ser!)

terça-feira, 14 de agosto de 2007

De novo em casa...

Chegámos... mas, desta vez, de novo a casa!
E é tão bom, apesar de significar o final de férias, regressar ao local onde nos sentimos felizes e completos... esse local só nosso, feito do nosso amor e da nossa vida!
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Tu própria sentes o mesmo. Quando chegámos perguntei-te, ao ver tamanha alegria:
- J., tinhas saudades da tua casa?
- Xim, a casa é meu!
- E da mamã...
- E do papá! (e um valente xi para acabar a conversa)
...
(sim, meu amor, que esta tua alegria de regressar às tuas origens seja uma constante na tua vida... pois esta será, de facto, sempre a tua casa e nós estaremos sempre de braços abertos para te receber!)

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Só um susto...

A noite passada tivemos que te levar ao hospital... dormiste bem até às duas da manhã e até às cinco choramingavas, mexias-te, irrequieta como se alguma coisa estivesse a incomodar-te. A mamã deitou-te à beira dela mas nem assim sossegavas! Querias miminho... as minhas orelhas, a minha cara, enfim, querias tocar-me... sentir-me ali! Não descansavas nem a mamã conseguia descansar! As horas passavam até que te toco e te sinto a arder em febre. Esperamos mais um pouco, podia ser que adormecesses e a febre passasse. Não... continuavas irrequieta e o cansaço a invadir-me cada vez mais!
Às cinco, vendo que não adormecerias tão cedo, pegámos em ti directamente para as urgências pediátricas... Foste no carro sossegadinha, agarrada ao Shrek! Antes de sair perguntei-te se te doíam os ouvidos (és tão virada para as otites) e tu disseste que não... Poderia ser, com tantos mergulhos na água fria não era de admirar! Mas não, era a "baiga" como tu própria disseste. Perguntei-te se estavas doentinha e se querias ir ao hospital dói-dói e tu respondeste, para meu espanto "Xim!" com uma vozinha tristinha e sentida. Devias estar mesmo a sentir-te mal, pois era, minha princesinha?
Chegados às urgências estavas mais calma e... por incrível que possa parecer... depois de te examinar, nada de febre e ouvidos e garganta em ordem! Não sei, não percebo... antes de sair ardias em febre, chegaste lá e nada! Tudo bem contigo.
Regressámos e mesmo sendo já quase seis e meia da manhã adormeceste a muito custo... A mamã teve de sair da cama e deixar-te com o papá pois foi a única maneira de descansares. Comigo, não paravas de me mexer! E o cansaço continuava a aumentar...
...
Hoje... como nova, como se nada se tivesse passado! Se a mamã teve de ficar a dormir porque não aguentava o sono tu não... não podias perder uma ida à praia com o papá, a vovó, o tio e o priminho A.
Não há cansaço que te vença, pois não linda? O mundo é belo demais para se desperdiçar tempo, não é? Quem me dera pensar sempre assim como tu! Quem me dera por vezes ter essa ânsia indestrutível de saborear cada bocadinho que a realidade te proporciona...
De tarde... pensei que nanasses uma boa sesta, afinal de contas poucas horas de sono tinhas! Não... "Queo ir à pisxina! À paia" Mais brincadeira, saltos na água e na areia... tanta alegria!
(...)
Agora já dormes... descansa linda, recupera as forças! A noite precisa de gravar o teu sorriso contagiante, a tua alegria enternecedora para que o dia de amanhã possa amanhecer ainda mais belo!
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(olho para ti... tão serena! Tenho tanto medo de te ver doente, tanto medo que te aconteça alguma coisa!
Mas desta vez, felizmente, foi só um susto!)

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Aniversário...

Meu amor, a mamã fez anos ontem! Mais um ano... mas um ano mais completo, mais preenchido... mais um ano contigo na minha vida!
Sim, embora gostasse que o tempo não passasse a correr pois gostaria de te poder preservar assim tão minha para sempre, agora os meus aniversários têm um sabor especial, pois tenho-te a ti!
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Se tentasse resumir estes 33 anos de vida, talvez o fizesse conjugando-me a mim própria, pois penso que seria a melhor maneira de me dar-te a conhecer...
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Nasci. Chorei. Cresci. Brincei. Saltei. Sonhei. Aprendi. Cresci. Ambicionei. Lutei. Consegui. Perdi. Ganhei. Sofri. Desejei. Sorri. Iludi. Iludi-me. Amei. Sofri. Magoei. Magoei-me. Ergui-me. Continuei. Ambicionei. Alcancei. Sorri. Perdi. Chorei. Levantei-me. Segui. Apaixonei-me. Amei. Sofri. Sorri. Ri. Conheci. Vivi. Ganhei. Casei. Idealizei. Partilhei. Aprendi. Cresci. Engravidei. Saltei. Pulei. Ri. Chorei. Consegui...
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Nasceste! E agora, 33 anos depois, e basculhando no baú das minhas vivências e recordações, sinto que o meu percurso até este momento se resume a um único verbo... VENCI!
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(sim, meu amor, VENCI pois alcancei o meu maior sonho, o mais terno, o mais mágico, o mais sublime... Tu!!)

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Chegada...

A viagem correu bem! Chegámos...
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Agora, meu amor, é só gozar este tempo maravilhoso para nos mimar, para brincar...
Tu própria sentes isso... que durante este tempo nós somos só teus, sem nada nem ninguém para nos roubar de ti!
Depois de muitos saltos na piscina, muita dança ao ar livre, muita gargalhada e muita brincadeira, dizes "Eu tamém quero mimo!"...
(...)
Sim, linda, tens todo o mimo que quiseres, sempre!